conviver intensamente traz sempre consigo ilusões e desilusões, momentos de êxtase e bem-estar por um lado, momentos de revolta e contradição por outro.
Somos sempre nós quem é posto em causa, quem aprende (muito ou pouco, superficial ou profundamente) ou se resigna a não compreender. Então, porquê lhe chamar convívio?
A sucessão de expectativas, de ilusões e desilusões, a teatralidade do que se vê e a intensidade com que vivemos tudo isto impedem-me de lhe chamar outra coisa.
(retirado como analogia de "Visitar a arquitectura é conviver com ela", de Marcos Maia, 2008)
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