"Ainda que eu falasse línguas,as dos homens e dos anjos,
se não tivesse amor,
seria como sino ruidoso
ou como címbalo estridente.
Ainda que tivesse o dom
da profecia,
o conhecimento de todos
os mistérios e de toda a ciência;
ainda que tivesse toda a fé,
a ponto de transportar montanhas,
se não tivesse amor,
nada seria.
(...)
O amor é paciente,
o amor é prestativo;
não é invejoso, não se ostenta,
não se incha de orgulho.
Nada faz de inconveniente,
não procura o seu próprio interesse,
não se irrita,
não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça,
mas regozija-se com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê,
tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais passará."
(excerto da primeira carta aos coríntios)
[Perante isto, resta a pergunta: amamos de verdade?]
D.G.
2 comentários:
não, não amamos.
um beijo*
menina do sorriso
Estou de acordo.
Ainda assim, a verdade é que somos algo.
E como "se não tivesse amor,
nada seria.", partindo desta premissa, é porque este amar, na totalidade, existe.
E na conjugação "amamos", o sujeito somos "nós". Portanto este amor verdadeiro deverá habitar em nós. Sendo que, então, se encontra outra encruzilhada: Como o fazemos brilhar? (ou talvez) Porque não o fazemos brilhar?
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