terça-feira, 16 de setembro de 2008

Sem anjos da morte!

"Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmo trajectos, quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece;
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o escuro ao invés do claro e os pingos nos is a um redemoinho de emoções, exactamente a que resgata o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios e o coração aos tropeços;
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho;
Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, ouvir conselhos sensatos;
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo;
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se sa sua má sorte, ou da chuva incessante;
Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio, quem não se deixa ajudar;
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de inicia-lo, nunca pergunta sobre um assunto que desconhece e nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos.
Somente com infinita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade."
Pablo Neruda

[Eu ousaria dizer também: vontade!
Pois eu sinto-me bem viva! Aos que acreditaram sempre em mim... Um muito obrigada!
Que o "exemplo", ou a forma de estar, vos inspire ou vos dê aquele "empurrão" que às vezes é decisivo 'pra vencer a normal (eu chamar-lhe-ia mesmo "-anormal!") inércia aka resistência à mudança, ao desconhecido, à atitude diferente, à espontaneidade mal interpretada, ao viver plenamente algo apesar dos riscos que corremos quando nos entregamos de coração.]
D.G.

1 comentário:

menina do sorriso disse...

acredito em ti. sempre.
aquele abraço cúmplice como as nossas conversas,
tua Mó
ps. de lágrima no canto do olho como o bonga.